SNEL11 acaba de divulgar dividendos; veja valor e quem recebe.

Os dividendos do SNEL11 já são distribuídos há 15 meses consecutivos. O pagamento aos cotistas ocorrerá em 25 de setembro de 2025, considerando as posições registradas até o dia 15 do mesmo mês.

Em comparação com a cotação de mercado de R$ 8,61, encerrada no último pregão de agosto, o dividendo do SNEL11 representa um retorno mensal de 1,16%.

Nos últimos doze meses, o total distribuído alcançou R$ 1,20 por cota, enquanto a média dos dois últimos anos foi de R$ 0,1009 por cota mensal.

O FII SNEL11 reportou uma receita total de R$ 20,28 milhões, com um lucro líquido de R$ 17,12 milhões, resultando em uma margem operacional impressiva de 84%.

Mesmo lidando com despesas pontuais relacionadas à terceira emissão de cotas e honorários legais vinculados a novas aquisições, a receita imobiliária registrou um crescimento médio de 17,4% ao mês no período.

Movimentações Recentes na Carteira do SNEL11

Em termos de movimentação contratual, no projeto de Petrolina, a saída de 50% da participação da Lemon foi rapidamente compensada com um novo contrato com a Setta Energia, estruturado no modelo Take or Pay.

No caso de Itabira, a rescisão antecipada do acordo com a CMU resultou na aplicação de multa, e a unidade foi posteriormente alocada para a Serena Energia, através de um contrato de locação no formato de energia compensada.

O fundo imobiliário SNEL11 é o resultado de uma colaboração entre o mercado financeiro e o setor de infraestrutura, desenvolvido em parceria com o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

Esse fundo concentra seus investimentos em projetos de geração de energia limpa, especialmente em usinas de energia solar fotovoltaica.

Após a conclusão, as plantas são conectadas à rede de distribuição e disponibilizadas para locação a clientes interessados no modelo de geração distribuída, que possibilita aproveitar incentivos regulatórios e reduzir custos.

Para garantir a previsibilidade da receita do SNEL11, os contratos são tradicionalmente firmados nas modalidades “Take or Pay” ou energia compensada, com duração que varia entre 10 e 15 anos.